São Bento

São Bento - Um homem que não morreu

Nasceu... sim, como todos nós; viveu como muitos; terminou sua história, como um santo, e, portanto, não morreu.
É imensa a bibliografia que tenta definir a figura de São Bento 1.
Sobre a pessoa do Patriarca dos monges do Ocidente e sobre a sua fisionomia moral, possuímos duas fontes de informação.
Primeiramente, a Regra que, para São Gregório Magno, era um ensinamento tão perfeito, de tal importância, que constituía um autêntico retrato que podia refletir perfeitamente a vida de seu autor.
Esse monge romano, feito Papa, recolheu, no segundo livro de seus Diálogos (593-594), tudo o que testemunhas julgadas por ele dignas de fé lhe haviam ensinado sobre Bento2. Narrativa atraente, de uma psicologia muito delicada, em que os fatos miraculosos, segundo a própria lei do gênero, são narrados com complacência, sem que a história tenha o direito de concluir, mais do que, por uma ampliação lendária. Gregório nos adverte que "o homem de Deus brilha grandemente , também pela doutrina, porque ele escreve uma Regra de monges, notável pela discrição, rica de ensinamentos".
Mas, basta abrir o livro II dos Diálogos de São Gregório para dar-se conta de que não se trata de uma biografia. É um livro que nem sequer pode ser catalogado entre as 'Memórias autênticas', nem entre as narrativas de historiadores célebres, como Sulpício Severo, Hilário de Poitiers, Fortunato, Ennodio, Eugípio. Não há dúvida que S.Gregório quis fazer algo muito diferente.
Uma definição curiosa, que leva a vislumbrar a intenção de São Gregório, é a da Abadessa Cecília de Bruyère, que diz, referindo-se aos Diálogos :
"É a vida de um contemplativo escrita por outro contemplativo".
Outras definições nos dão uma idéia da personalidade de S.Bento: "Os Diálogos são um retrato espiritual", como um "ícone do homem de Deus" e do "amigo de Deus" (Steidle). E outras.
O certo, porém, é que S.Gregório deseja apresentar-nos São Bento como "um homem de Deus", comparável às grandes figuras bíblicas, cujo espírito possuía: Moisés, Davi, Elias, Eliseu, o apóstolo Pedro... 3. Com seu espírito de exegeta e teólogo místico, com a mente cheia das categorias bíblicas, Gregório encontrava semelhanças entre a fisionomia moral de seu herói e os grandes modelos que as Escrituras nos oferecem.
Enquanto Gregório busca acentuar a correspondência entre o tipo bíblico exemplar e a figura que o repete, ao mesmo tempo, descreve um itinerário espiritual, as etapas do caminho que conduz aos mais altos cumes da contemplação, insistindo no papel que representam os carismas, em particular os da profecia e milagres, em todo o processo da/ e no lugar verdadeiramente único que ocupa a caridade4.
Nascido na Itália, pelo ano 480, na província de Núrsia, Bento começou os estudos em Roma; mas, como aconteceu com os grandes iniciadores egípcios do monaquismo, Antão e Pacômio, Deus o conduziu logo a uma profunda solidão, às montanhas e às grutas de Subiaco.
Depois, tendo vindo discípulos povoar seu deserto, o eremita teve que reparti-los em grupos, de doze monges cada um.
Uma terceira etapa, decisiva para o cenobitismo ocidental: foi subir ao Monte Cassino, metade do caminho entre Roma e Nápoles.
Foi lá que São Bento morreu, talvez em 547, pouco após sua irmã Escolástica, que tinha governado monjas, em mosteiro vizinho.
E era daqueles altos cimos que a posteridade espiritual do Santo, que "procura verdadeiramente a Deus", segundo sua expressão magnífica, devia partir. E lançar, pelo mundo perverso, agitado, doloroso, seu apelo à PAZ. Dirigi-lo às muitas pessoas que, ávidas de pureza e de luz, desejavam também uma irradiação da caridade, a partir de suas vidas.
Onde está o homem que quer a vida e deseja conhecer dias felizes? Se a este convite, responderes: 'Eu!', então, Deus te declara: Se queres possuir a verdadeira e eterna vida, guarda tua língua de proferir o mal e teus lábios, da duplicidade; afasta-te do mal, e faze o bem; procura a paz e segue-a" (RB Prol 17; Sl 33,14-15).
As respostas a esse convite foram sem número. É conhecida a extraordinária eflorescência do monaquismo no Ocidente. Hoje, a família de São Bento está multiplicada em diversos ramos, que a princípio correspondiam às diversas nacionalidades.

A posteridade

Os historiadores e em geral todos, que querem falar com simpatia dos Beneditinos, se aprazem, enumerando as atividades mais variadas que a instituição monástica exerceu em benefício da sociedade cristã e da humanidade. Ninguém pode negar nem minimizar esse papel do monaquismo, por exemplo, na proclamação do Evangelho. E a maior parte dessas obras beneméritas são, no fundo, uma grande bênção.
As mais apreciáveis, que os anais relatam, são aquelas que deixaram vestígios nas ciências, nas artes e na agricultura. Eis os nomes desses serviços, escondidos no segredo das almas, inscritos no mistério do livro divino, nomes muito simples e familiares para os que crêem: um testemunho, a afirmação pela existência mesma do monge fiel, a confissão d "Aquele que é", das realidades invisíveis, das exigências de um amor que procura a totalidade de nosso dom; o louvor, jamais suficiente e em nome de todos, da Majestade infinita. A súplica por todas as necessidades e angústias terrenas. A penitência voluntária - aliás, tão pouco compreendida em nossos dias - indispensável, todavia, para restabelecer a ordem profunda das coisas, reparando e apasiguando a soberana justiça.

Vida contemplativa e apostólica

O apostolado próprio e seguramente eficaz do monaquismo, seu verdadeiro papel social, sua contribuição essencial para o progresso espiritual e mesmo em proveito temporal da cidade terrestre, tal como o Cristo a quer, são em função rigorosa daquilo que a Idade Média chamava com tanta felicidade, o repouso laborioso do claustro, o summa quies : a intimidade silenciosa com o Senhor. A Regra de São Bento, inteira, entende preparar para a futura visão e posse desse Deus, no santuário eterno5

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Uma Regra de vida reta e honesta.

A Regra de São Bento! É a primeira fonte de informação sobre a pessoa do Patriarca, conforme citamos no início.
Na medida em que se aprofunda o espírito e o sentido da "Santa Regra", como Bento mesmo a chama, chega-se também ao conhecimento de seu autor. Segundo o pensamento de Jesus, pelos frutos se conhece a árvore6. A "Regra dos monges" é um fruto - tão especial que deu origem a uma multidão de frutos, espalhando, no tempo e no espaço, as qualidades e características desse fruto. Elas falam das qualidades e características da árvore que o produziu.
A Regra é portanto a biografia mais autêntica de São Bento, porque ensina a retidão e honestidade, a humildade e fiel adesão à Vontade do Altíssimo, para quem todos caminhamos.

Vida contemplativa e apostólica

A Regra de São Bento! É a primeira fonte de informação sobre a pessoa do Patriarca, conforme citamos no início.
Na medida em que se aprofunda o espírito e o sentido da "Santa Regra", como Bento mesmo a chama, chega-se também ao conhecimento de seu autor. Segundo o pensamento de Jesus, pelos frutos se conhece a árvore 2. A "Regra dos monges" é um fruto - tão especial que deu origem a uma multidão de frutos, espalhando, no tempo e no espaço, as qualidades e características desse fruto. Elas falam das qualidades e características da árvore que o produziu.
A Regra é portanto a biografia mais autêntica de São Bento, porque ensina a retidão e honestidade, a humildade e fiel adesão à Vontade do Altíssimo, para quem todos caminhamos.

Como seria o fim da história?

"Montecassino tinha sido destruído. Mas o espírito, nele reinante, não morreu. Foram destruídos os muros do Mosteiro de São Bento, mas ele, São Bento, permaneceu vivo. Não só pelo seu patrocínio: - do céu fez reerguerem-se as pedras de novo - , mas também porque imperecível é esse documento, o mais autêntico do seu espírito, a 'Regra dos monges'. O minúsculo volume, 'fermento da divina justiça' para toda a sociedade medieval e moderna, foi considerado - depois dos livros da Sagrada Escritura - o mais augusto e fecundo texto de doutrina e de leis que tenha gerado santos, educado povos para a civilização, exposto normas de reto governo, irradiando benefícios da mensagem de Cristo.
Foi dito que "a verdade que tanto nos sublima" foi levada a Montecassino e às cidades circunvizinhas pela viva voz do Santo Patriarca; mas por toda a Europa, foi ela difundida por obra deste livrinho, do qual germinaram "flores e frutos santos" de caridade, luz, trabalho e progresso espiritual de pessoas e de nações.
Foi essa ampla e benéfica influência da Regra Beneditina que fez a imaginação e a piedade medieval vislumbrar em Montecassino um novo Sinai, e em São Bento um outro Moisés, em quem se refletia, não mais a luz do Deus que falava entre trovões, mas do Cristo que ensinava no Monte das Bem-aventuranças.
São Bento não dorme no seu sepulcro: este, prodigiosamente o preservou da destruição, para oferecer um sinal e um penhor de que aquelas cinzas, entre os destroços e a desolação, fremem de vida no alto do Monte Cassinense.
Com muita emoção, o visitante descobre hoje intacta, entre muitas ruínas, a "cela" do Santo, onde se pode ainda ler: "Hic scripsit Regulam", Aqui escreveu a Regra.
Aquele obscuro e silencioso recanto, onde Bento se tornou Legislador e Mestre, a Providência o guardou imune para testemunhar que esse código conserva ainda sua profunda vitalidade.
O Mestre tem ainda hoje sua palavra a proferir: não só aos monges, mas também a todas as pessoas que desejam Deus e a perfeição cristã, nos claustros ou no mundo. A todos os apóstolos da verdade que queiram nutrir-se de sólido alimento sobrenatural. A todas as pessoas que apreciam os valores do espírito e procuram as razões primeiras daquele rebento de virtude, de ciência e de obras salutares que há mais de 15 séculos o monaquismo beneditino exibe na história da Igreja e do mundo"7

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Como vivem aquelas 'cinzas'

A figura de São Bento tem-se tornado objeto de pesquisas e desenvolvimento na cultura moderna. Haja vista a utilização de seu tino
administrativo, expresso em publicações como : "O monge e o executivo"8 e "O código beneditino de liderança" 9.
"Liderança" é a moderna expressão da personalidade de São Bento. Poderíamos incluir "líder" e "formador de líderes" entre as muitas definições, medievais e modernas com que foi destacado o Santo Patriarca: "homem de Deus", "amigo , ícone de Deus", contemplativo" etc. etc.
O segundo livro citado, dos autores Galbraith, nosso contemporâneo, mostra a Regra Beneditina influenciando a "Organização e Gerenciamento de empresas".
Certamente, há mais de 15 séculos, São Bento não pensou que isto pudesse acontecer, mas sua sabedoria, dom do Espírito Santo, inspirou-lhe uma doutrina tão sólida, que sustentou sua obra, de cunho espiritual, tão divina e tão humana, que se tornou útil também para o mundo exterior ao cenóbio. Direta ou indiretamente, a organização beneditina torna-se útil a pessoas seculares que buscam a verdade e o progresso, pelas vias da ordem e do temor de Deus.
Ora, a verdade é sempre o Cristo, que disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida (Jo 14,6).
Assim, São Bento, através de sua "Regra de iniciação", vai iniciando em sua doutrina, não só os filhos do cenóbio, mas também os filhos de Deus que povoam a "Cidade dos Homens".
Vale a pena transcrever aqui o seguinte trecho de "O código beneditino de liderança" 10: Surgiram alguns poucos homens e mulheres realmente notáveis. Um deles foi um jovem, Bento de Núrsia (480-547). Nascido na nobreza, Bento conheceu e tomou gosto pelo esplendor da cultura greco-romana. Mas a nova religião do Cristianismo o fez rejeitar a podridão na qual a civilização romana havia se transformado. Como muitos dos ilustres cristãos daquela época, Bento era um homem movido pela fé. E, ainda, ele também sentia a necessidade de estabelecer um modelo prático para a organização e para os líderes das comunidades espirituais. Depois de muitos anos liderando uma rede crescente de mosteiros, Bento escreveu seu famoso código ou a Regra. A Regra de São Bento foi uma obra-prima dos princípios de liderança. Ela reunia o melhor da teoria organizacional greco-romana com as crenças da liderança cristã. Na Regra, Bento expôs lições práticas do tempo em que passou gerenciando pessoalmente uma organização durante os anos ma isdifíceis da História.
A Regra é lida quase exclusivamente com as rotinas internas dos mosteiros. Ela aborda o gerenciamento correto, a motivação, a organização do trabalho diário e os mais básicos, porém freqüentemente esquecidos, princípios universais de liderança. Bento concentrou-se nos verdadeiros e originais princípios que motivaram pessoas de todas as culturas. Ele acreditava que o líder individual guiado por essas regras básicas e indestrutíveis de liderança seria capaz de se adaptar à situação conforme o necessário, independentemente do tempo e do lugar. Como um sistema de gerenciamento a Regra tem sido notadamente bem sucedida e duradoura. Ela tem oferecido o texto básico de liderança a centenas de organizações há aproximadamente quinze séculos. Só esse fato já mostra sua longevidade e relevância para o mundo moderno"

Pode-se esperar mais

Há um outro aspecto da personalidade de São Bento que, embora sentido e desfrutado pelos monges, há que ser ainda descoberto pelos seculares.
É o seu espírito pedagógico, formador de homens fortes, incentivador da cultura, das letras e das artes, enfim, sua capacidade de gerar e modelar santos para a Igreja e o mundo. Tudo isso, que já vem sendo executado nos ambientes beneditinos, aponta um farol para fora dos claustros e dos mosteiros, um sinal e uma pista de pesquisas e descobertas para o imenso campo da sociedade leiga e secular. Poder-se-ia resumir em mais um título moderno para a personalidade de São Bento, "educador".
A sociedade moderna tem, evidentemente os olhos vendados diante da austeridade e do rigor. Assim, ser-lhe-á difícil encarar com benevolência as medidas disciplinares de São Bento.
Mas esta mesma sociedade oculta, no profundo inconsciente dos indivíduos, um desejo ansioso de verdade e de autenticidade, ainda que esteja estruturada na falsidade e na moleza.
É preciso, e são meus ardentes votos que São Bento seja conhecido mais profundamente nas suas disposições disciplinares, e que resplendam para o mundo de hoje os tesouros de sabedoria e de virtudes encerrados, por exemplo, no Código Penal de São Bento 11, conjunto de prescrições, nomeado: "Disciplina Regular".
O que São Bento realizou com isso foi a exposição de princípios e métodos de disciplina comunitária e autocontrole individual.

Punir para corrigir

O método de São Bento para corrigir as faltas era adaptação das normas em vigor na época. E com isso ele deixa aos Superiores de seus mosteiros, não só a liberdade, mas sobretudo a obrigação de executar as medidas de correção conforme os vários caracteres - que cada um tem a seus cuidados - e as situações locais.
São Bento dá as razões de seus preceitos e admoestações. Mas é preciso lembrar que faz parte de qualquer Lei que seu cumprimento possa ser obtido à força de castigo. Ora, o castigo, para São Bento, não era impor um tormento ao sujeito porque ele errou, mas colocar quem errou em condições tais que a dor o fizesse refletir, compreender seu erro e converter-se.

Objetivo de uma obra e de um educador

O objetivo da Regra e da vida de São Bento foi levar o indivíduo à conversão de sua postura egoísta, bárbara e pueril em atitude comunitária, civilizada e adulta, objetivo de um autêntico educador.
O espírito com que São Bento realizou isto é o que ainda hoje vigora entre os Beneditinos que formam e educam a juventude, os monges e monjas.
Infelizmente, a sociedade secular moderna, ou ignora ou rejeita os princípios sadios de correção, tachando-os de superados e inadequados ao século. Se isto se referir aos métodos, procede: é necessário mudá-los e adequá-los às realidades modernas. Mas, quanto aos princípios, urge convir que nem o tempo nem o espaço conseguiram derruba-los.
Se quisermos ser honestos, é preciso confessar que talvez por causa mesmo dessa rejeição de sãos princípios pedagógicos, curtimos hoje uma civilização insuportável por seus maus hábitos, corrupção e violência.
É preciso que a sociedade admita que, também fora dos claustros e dos colégios beneditinos, São Bento pode ser encontrado, conhecido e visto como formador e educador de pessoas capazes de se orientarem e de orientarem a sociedade para um mundo melhor, mais sábio e mais santo, através da educação.
Ele pode ainda ser descoberto como formador de gente honesta, de cidadãos interessados pela comunidade, enfim, de cristãos autênticos.

Que ensina São Bento com "uma Regra de iniciação"?

São Bento usa essa expressão porque ele queria que seus discípulos fossem verdadeiros cristãos, isto é, que conhecessem e praticassem a vida cristã cujo germe receberam no Batismo, o sacramento da iniciação cristã. Instruídos pelos mestres e doutores da Igreja, eles deviam atingir o fim para o qual todos fomos criados.
Como diz São Gregório de Nissa 12, "o cristão se distingue pelo pensamento , a palavra e a ação ". E São Bento, na sua "Regra dos monges", ensina seus filhos a se radicalizarem nessa vocação de cristãos, aberta pela misericórdia de Deus a todos os habitantes da 'Cidade dos homens', não só aos habitantes dos claustros.
Tudo que o Código Penal de São Bento quer incutir - não é que se castiguem simplesmente as faltas - é o pensamento de Deus, isto é, sua vontade; a palavra de Deus, que é Cristo caminho, verdade e vida; e o amor de Deus que leva à ação , na unidade do Espírito Santo, que faz comunidade.
O homem formado nesses termos é o cristão de qualquer parte do mundo, não só dos claustros monásticos.

Os dons de Sabedoria e Inteligência

Que também sobre os 'leigos' - não beneditinos - desçam do Alto os dons de Sabedoria e Inteligência para descobrirem, em São Bento , os alicerces de uma política mais dentro do bem comum da sociedade, e de um governo mais conhecedor do destino eterno do cidadão, colocando-o em condições de tomar uma estrada que o conduza realmente a isso.
É uma pista para o mundo de hoje, abrir os baús mais próximos do Evangelho, e ser bastante sábio em pesquisar a ciência do 'bem-viver', ao invés de relegar para um passado irreversível os tesouros de Sabedoria e de Ciência que, mesmo os antigos, como São Bento, nos legaram.

Conclusão

Não, não está terminada a biografia deste homem que não morreu: quem sabe a tua vida vai acrescentar a ela, ainda, uma página!

1 La Regla de San Benito (BAC) , pág. 4 - n.7
2 A vida do Bem-aventurado Pai São Bento.
3 Diálogos II, 8
4 Cf. Colombás, Introdução
5 Cf Newman
6 Cf. Mateus 7,20
7 Dom Lentini - La Regola de San Benedetto, Introdução.
8 De James C.Hunter - Ed. Sextante
9 De Graig S.Galbraith e Oliver Galbraith - Ed. Landscape
10 Id , Introdução
11 Regra de São Bento, capítulos de 23 a 30.
12 Tratado da Perfeição Cristã